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	<title>museu em pedaços</title>
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		<title>museu em pedaços</title>
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		<title>Encerramento do Blogue</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 21:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>olissiponensis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Por motivos profissionais não me é possível continuar a escrever neste espaço.
No entanto, a criação da rede museologia.porto não só preencheu a lacuna que este blogue detectara, como tem vindo a prestar um excelente serviço ao nível do desenvolvimento de uma forte rede socio-profissional no campo da museologia.
Deixo os meus agradecimentos a todos os leitores.
Saudações,
Bruno [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=110&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Por motivos profissionais não me é possível continuar a escrever neste espaço.</p>
<p>No entanto, a criação da rede <a href="http://museologiaporto.ning.com/" target="_blank">museologia.porto </a>não só preencheu a lacuna que este blogue detectara, como tem vindo a prestar um excelente serviço ao nível do desenvolvimento de uma forte rede socio-profissional no campo da museologia.</p>
<p>Deixo os meus agradecimentos a todos os leitores.</p>
<p>Saudações,</p>
<p>Bruno A Martinho</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/museuempedacos.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/museuempedacos.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/museuempedacos.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/museuempedacos.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/museuempedacos.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/museuempedacos.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/museuempedacos.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/museuempedacos.wordpress.com/110/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/museuempedacos.wordpress.com/110/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/museuempedacos.wordpress.com/110/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=110&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Interdisciplinaridade</title>
		<link>http://museuempedacos.wordpress.com/2009/02/22/interdisciplinaridade/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 23:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>olissiponensis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
No decorrer do seminário O Mercado dos Museus e o Ensino Superior que teve lugar no passado dia 7 na Exponor, Matosinhos, foi referido por diversas vezes que o estabelecimento de protocolos entre as universidades e os museus não só permitem que os estudantes desenvolvam estágios mais profícuos, como possibilitam ao pessoal dos museus levar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=107&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:small;"> <img class="aligncenter size-medium wp-image-108" title="Interdisciplinaridade" src="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2009/02/interdisciplinaridade.jpg?w=300&#038;h=300" alt="Interdisciplinaridade" width="300" height="300" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:small;">No decorrer do seminário <em>O Mercado dos Museus e o Ensino Superior </em>que teve lugar no passado dia 7 na Exponor, Matosinhos, foi referido por diversas vezes que o estabelecimento de protocolos entre as universidades e os museus não só permitem que os estudantes desenvolvam estágios mais profícuos, como possibilitam ao pessoal dos museus levar a cabo tarefas que, de outra forma, não seria possível.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:small;">Foi, no entanto, apenas rapidamente mencionada pela Drª Graça Filipe a necessidade de alargar estes protocolos a outras áreas disciplinares para além das já tradicionais História de Arte, Antropologia ou Arqueologia. Engenharias, Economia, Gestão, Ciências da Educação, Comunicação e Marketing são exemplos de outras áreas que são úteis aos museus mas que não têm recebido o mesmo grau de atenção.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:small;">Numa altura em que os museus se debatem diariamente com a falta de recursos humanos e financeiros que impedem a aposta na comunicação com as comunidades envolventes, a elaboração de programas de estágio que envolvam alunos de marketing poderá ser uma aposta para aproximar a instituição das populações sem que isso exija grandes custos. O mesmo se passa com os alunos de design para a concepção de exposições temporárias, de ciências da educação para reflectir sobre as teorias na base dos planos de acção educativa, de gestão e contabilidade para apoiar e desenvolver as práticas de <em>fundraising</em>, de relações internacionais para ajudar ao estabelecimentos de parcerias internacionais, etc etc etc.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:small;">Não está portanto na altura de abrir novos protocolos com outras faculdades e permitir que estudantes destas áreas possam colaborar com os museus a fim de alargar o seu impacto na nossa sociedade?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/museuempedacos.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/museuempedacos.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/museuempedacos.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/museuempedacos.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/museuempedacos.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/museuempedacos.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/museuempedacos.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/museuempedacos.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/museuempedacos.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/museuempedacos.wordpress.com/107/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=107&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Um mediador multifacetado: o PDA</title>
		<link>http://museuempedacos.wordpress.com/2009/01/16/um-mediador-multifacetado-o-pda/</link>
		<comments>http://museuempedacos.wordpress.com/2009/01/16/um-mediador-multifacetado-o-pda/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 13:25:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>olissiponensis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Educativos]]></category>
		<category><![CDATA[Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
            Pese embora o facto de serem ainda raros os museus portugueses que facultam áudio-guias aos seus visitantes, há já no mercado um novo produto que começa a fazer sucesso em muitos museus do globo. Os pequenos assistentes pessoais digitais (PDA – Personal Digital Assitant) estão já disponíveis em vários museus dos E.U.A. e da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=102&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<div id="attachment_104" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-104" title="Museu Nacional da Coreia" src="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2009/01/pda-museu-nacional-da-coreia.jpg?w=300&#038;h=222" alt="PDA do Museu Nacional da Coreia" width="300" height="222" /><p class="wp-caption-text">PDA do Museu Nacional da Coreia</p></div>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span>            </span>Pese embora o facto de serem ainda raros os museus portugueses que facultam áudio-guias aos seus visitantes, há já no mercado um novo produto que começa a fazer sucesso em muitos museus do globo. Os pequenos assistentes pessoais digitais (PDA – Personal Digital Assitant) estão já disponíveis em vários museus dos E.U.A. e da Europa, como por exemplo na Tate Modern em Londres ou na Cité de l’Architecture et du Patrimoine em Paris.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span>            </span>São múltiplas as vantagens deste novo “brinquedo” digital, mas a crescente utilização da tecnologia para potenciar a aprendizagem individual pode acarretar consigo também algumas limitações. Como poderemos então explorar ao máximo estes novos <em>gadjets</em> e atenuar os seus inevitáveis efeitos negativos?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> <span id="more-102"></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Uma parte importante das galerias da exposição permanente da Cité de l’Architecture et du Patrimoine em Paris é dedicada a réplicas em gesso de importantes elementos arquitectónicos de edifícios históricos franceses. Descontextualizados, dificilmente o visitante não-especializado poderá entender o significado histórico-artístico dos objectos expostos ou as relações que existem entre si. No entanto, o visitante pode ter por companhia no seu percurso pelo museu um dos últimos gritos tecnológicos: um PDA. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Visualmente muito apelativo e muito eficaz em termos de marketing, este aparelho digital fornece vários níveis de informação especializada sobre a história da arquitectura francesa. Apenas cabe ao visitante seleccionar o que deseja saber. Com efeito, perante a réplica de um portal românico, o visitante não só pode ficar a saber sobre este objecto, como pode visualizar alguns pormenores no ecrã do PDA, que a olho nu, dada a distância a que se encontra, seria impossível. Além do mais, o software permite-lhe seleccionar mais informação sobre outros edifícios contemporâneos, sobre o românico francês ou ainda sobre a evolução da criação arquitectónica na Europa no final da Idade Média, mostrando-lhe imagens que ele pode comparar com o objecto que tem perante si.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">São inúmeras as vantagens oferecidas pelos PDA, não sendo senão uma amostra as que se seguem:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:18pt;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span><span style="font-size:small;">o</span><span style="font:7pt &quot;">       </span></span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Permite comparar os objectos do museu com outros ausentes dele;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:18pt;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span><span style="font-size:small;">o</span><span style="font:7pt &quot;">       </span></span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Permite enriquecer a visita com comentários de conservadores e/ou artistas;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:18pt;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span><span style="font-size:small;">o</span><span style="font:7pt &quot;">       </span></span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Possibilita a selecção de diferentes tipos de interpretação para a mesma obra (um bom exemplo é a aplicação criada para o sítio da Internet da exposição “Sacred” que teve lugar na British Library em 2007);</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:18pt;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span><span style="font-size:small;">o</span><span style="font:7pt &quot;">       </span></span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Permite que, antes de sair de casa, o visitante possa elaborar, através de software apropriado, um percurso no sítio da Internet do museu que depois descarregará para o PDA, fazendo assim uma visita inteiramente personalizada (isto seria uma forma mais pratica de aplicar um conceito já utilizado pela National Gallery em Londres: o da impressão de percursos definidos pelo visitante através do programa <em>ArtStart</em> disponível no espaço do museu);</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:18pt;margin:0;"><span style="font-family:&quot;"><span><span style="font-size:small;">o</span><span style="font:7pt &quot;">       </span></span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Oferece ainda a possibilidade de reproduzir sons, música ou testemunhos históricos (o que se torna muito enriquecedor, nomeadamente em museus de música ou de história social).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Tal como acontece com os áudio-guias, a implementação deste sistema de mediação não deixa de levantar alguns inconvenientes que importa considerar. Em primeiro lugar surge o elevado custo financeiro que este tipo de equipamento exige. Naturalmente que em termos educacionais o retorno compensa largamento os custos implicados, mas em termos monetários o seu custo inicial poderá também ser compensado em boa parte se se aplicar o princípio do utilizador-pagador.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Por outro lado, alguns museólogos e conservadores têm vindo a chamar a atenção para o facto dos PDA, tal como os áudio-guias, serem geralmente concebidos para serem utilizados individualmente pelos visitantes, o que pode comprometer seriamente o princípio da aprendizagem pela interacção social enunciado <span style="color:black;">por Falk e Dierking. Efectivamente, o PDA pode monopolizar a atenção do visitante, impedindo que este não só se concentre na obra como não reflicta sobre ela conjuntamente com a pessoa que o acompanha. A estimulação do espírito crítico pode assim ficar seriamente comprometida. O visitante poderá vir a absorver factos sem conseguir desfrutar esteticamente a obra.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;">É por isso importante que o software dos PDA seja criado de modo a incentivar a apreciação do objecto e a não impedir o estabelecimento de diálogo. Deverá então optar-se por mostrar imagens apenas esporadicamente, por disponibilizar um único auricular para que um dos ouvidos fique disponível para a comunicação, e por colocar questões directamente ao visitante para que este se sinta estimulado a trocar impressões com as pessoas que o acompanham.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;"><span>            </span>Os limites das potencialidades oferecidas pelos PDA são os mesmos dos da criatividade. Importa agora encontrar os recursos financeiros necessários e a vontade dos directores dos museus nacionais para introduzir também na nossa realidade um destes novos mediadores. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="line-height:150%;font-family:Arial;font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="line-height:150%;font-family:Arial;font-size:10pt;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="line-height:150%;font-family:Arial;font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Mais informação:</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://www.aam-us.org/pubs/mn/MN_JA01_ArtGadgetry.cfm"><span style="color:windowtext;"><span style="font-size:small;">http://www.aam-us.org/pubs/mn/MN_JA01_ArtGadgetry.cfm</span></span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://www.archimuse.com/mw2003/papers/proctor/proctor.html"><span style="color:windowtext;"><span style="font-size:small;">http://www.archimuse.com/mw2003/papers/proctor/proctor.html</span></span></a></span></p>
<p class="MsoFootnoteText" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="line-height:150%;font-family:Arial;font-size:12pt;" lang="FR"><a href="http://www.bl.uk/learning/cult/sacred/understanding/"><span style="color:windowtext;">http://www.bl.uk/learning/cult/sacred/understanding/</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;" lang="FR"><a href="http://www.fots.ua.ac.be/teaching/modelingpapers/schroyenetal-nordiskmuseologi.pdf"><span style="color:windowtext;"><span style="font-size:small;">http://www.fots.ua.ac.be/teaching/modelingpapers/schroyenetal-nordiskmuseologi.pdf</span></span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;" lang="FR"><a href="http://www.nationalgallery.org.uk/plan/information/artstart.htm"><span style="color:windowtext;"><span style="font-size:small;">http://www.nationalgallery.org.uk/plan/information/artstart.htm</span></span></a></span></p>
<p style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Arial;" lang="EN-GB">John H. Falk e Lynn D. Dierking, </span><em><span style="font-family:Arial;"><a href="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2008/11/jfld-learning-from-museums1.jpg"></a></span></em><em><span style="font-family:Arial;" lang="EN-GB">Lear</span></em><em><span style="font-family:Arial;"><a href="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2008/11/jfld-learning-from-museums.jpg"></a></span></em><em><span style="font-family:Arial;" lang="EN-GB">ning from Museums. Visitor Experiences and the Making of Meaning, </span></em><span style="font-family:Arial;" lang="EN-GB">AltaMira</span><span style="font-family:Arial;" lang="EN-GB"> Press, E.U.A., 2000</span></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/museuempedacos.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/museuempedacos.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/museuempedacos.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/museuempedacos.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/museuempedacos.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/museuempedacos.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/museuempedacos.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/museuempedacos.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/museuempedacos.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/museuempedacos.wordpress.com/102/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=102&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Museu Nacional da Coreia</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Why Can&#8217;t Museums be More Like City Markets?</title>
		<link>http://museuempedacos.wordpress.com/2009/01/08/why-cant-museums-be-more-like-city-markets/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 14:05:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>olissiponensis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Um artigo que mostra como os museus podem beneficiar de ideias simples:
http://uncatalogedmuseum.blogspot.com/2008/12/why-cant-museums-be-more-like-city.html
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=97&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<p>Um artigo que mostra como os museus podem beneficiar de ideias simples:</p>
<p><a href="http://uncatalogedmuseum.blogspot.com/2008/12/why-cant-museums-be-more-like-city.html">http://uncatalogedmuseum.blogspot.com/2008/12/why-cant-museums-be-more-like-city.html</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/museuempedacos.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/museuempedacos.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/museuempedacos.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/museuempedacos.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/museuempedacos.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/museuempedacos.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/museuempedacos.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/museuempedacos.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/museuempedacos.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/museuempedacos.wordpress.com/97/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=97&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">olissiponensis</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Case Study: Weald and Downland Open Air Museum</title>
		<link>http://museuempedacos.wordpress.com/2008/12/21/case-study-weald-and-downland-open-air-museum/</link>
		<comments>http://museuempedacos.wordpress.com/2008/12/21/case-study-weald-and-downland-open-air-museum/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 16:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>olissiponensis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Case Study]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>
		<category><![CDATA[Regeneração Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Volutariado]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
 
      No meio da verdejante paisagem do West Sussex, Inglaterra, existe um pequeno museu cuja diversidade de actividades disponibilizadas poderia bem rivalizar com a oferta de um British Museum ou de um Louvre.
       O seu segredo?    Um simples programa de voluntariado…
 
 
       O Weald and Downland Open Air Museum é um museu de edifícios históricos. Resgatados [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=87&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"> </p>
<p> <a href="http://www.wealddown.co.uk/"><img class="aligncenter size-full wp-image-89" title="Weald &amp; Downland Open Air Museum" src="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2008/12/wdoam.jpg?w=450&#038;h=312" alt="Weald &amp; Downland Open Air Museum" width="450" height="312" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">      No meio da verdejante paisagem do West Sussex, Inglaterra, existe um pequeno museu cuja diversidade de actividades disponibilizadas poderia bem rivalizar com a oferta de um British Museum ou de um Louvre.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">      O seu segredo? </span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">   Um simples programa de voluntariado…</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> <span id="more-87"></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">      O Weald and Downland Open Air Museum é um museu de edifícios históricos. Resgatados da destruição iminente, cerca de 50 edifícios datados desde o século XIII até ao século XIX oriundos de diversas partes do condado inglês de West Sussex foram transportados para uma propriedade perto de Chichester, recuperados e abertos ao público para que este pudesse conhecer as condições de vida e de trabalho dos seus antepassados.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">      Desde o celeiro à escola vitoriana, passando pela loja medieval, é possível encontrar em todos os edifícios animadores que não só reconstituem a época e os hábitos de vida dos seus ocupantes originais, como fornecem várias informações sobre a história dos edifícios. Muitas destas reconstituições são acompanhadas de actividades de demonstração, como é o caso das sessões de culinária quinhentista na cozinha Tudor.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">      Actualmente, este museu oferece um vasto leque de cursos nas áreas da construção, do artesanato regional, da culinária, da jardinagem, entre muitas outras áreas ligadas às práticas de tradição regional totalizando perto de 200 dias de formação por ano.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">      Tudo isto num pequeno museu regional com apenas 30 funcionários pagos, </span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">mas que conta com o apoio de mais de <strong>300 voluntários</strong>. </span><a name="_ftnref1" href="http://museuempedacos.wordpress.com/wp-admin/#_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:Arial;font-size:12pt;">[1]</span></span></span></span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:200%;margin:0;"><span style="line-height:200%;font-family:Arial;font-size:8pt;"><img class="aligncenter size-full wp-image-90" title="Cozinha Tudor" src="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2008/12/wdoam-kitchen1.jpg?w=250&#038;h=200" alt="Cozinha Tudor" width="250" height="200" />Fonte: <a href="http://www.24hourmuseum.org.uk/trlout_gfx_en/TRA41984.html">www.24hourmuseum.org.uk/trlout_gfx_en/TRA41984.html</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">      Os voluntários são o verdadeiro motor do Weald and Downland Open Air Museum, desenvolvendo actividades nas seguintes áreas:</span></span> </p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Arial;"><strong>Colecção: </strong>limpeza, reparação e documentação;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Arial;">Serviço Escolar:</span></strong><span style="font-family:Arial;"> assistência aos workshops para o público escolar</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Arial;">Jardins:</span></strong><span style="font-family:Arial;"> manutenção dos 7 jardins domésticos existentes;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Arial;">Biblioteca/Arquivo:</span></strong><span style="font-family:Arial;"> catalogação e recuperação;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Arial;">Escritório:</span></strong><span style="font-family:Arial;"> tarefas administrativas;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Arial;">Loja/Recepção:</span></strong><span style="font-family:Arial;"> acolhimento dos visitantes e serviço de loja;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Arial;">Parque:</span></strong><span style="font-family:Arial;"> limpeza e manutenção do parque e dos edifícios;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Arial;">Estábulos e cavalos:</span></strong><span style="font-family:Arial;"> limpeza e assistência aos cavaleiros;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Arial;">Interpretação:</span></strong><span style="font-family:Arial;"> interpretação dos edifícios em exposição para os visitantes;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Arial;">Moinho:</span></strong><span style="font-family:Arial;"> produção de farinha e interpretação para os visitantes;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Arial;">Cozinha Tudor:</span></strong><span style="font-family:Arial;"> demonstração de várias actividades, entre as quais a produção de alguns alimentos para degustação dos visitantes;</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Arial;">Comércio Rural e Demonstração de Ofícios:</span></strong><span style="font-family:Arial;"> partilha pessoal de conhecimentos com os visitantes sobre diversas actividades rurais. <a name="_ftnref2" href="http://museuempedacos.wordpress.com/wp-admin/#_ftn2"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:Arial;font-size:12pt;">[2]</span></span></span></span></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">      </span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">O trabalho desenvolvido pelos voluntários representa cerca 210 000 libras anuais, um custo que o museu jamais poderia suportar se tivesse que contratar pessoal para estas actividades.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">      Mas os benefícios não são apenas para o museu, são-o também para a própria comunidade local:</span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<ul style="margin-top:0;" type="circle">
<li class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Fortalece os laços sociais entre os vários membros da comunidade;</span></span></li>
<li class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Consolida o sentimento de pertença a um local;</span></span></li>
<li class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">É uma oportunidade individual de ganhar experiência profissional ou simplesmente de sentir-se útil fazendo algo para a comunidade;</span></span></li>
<li class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Permite reduzir situações de isolamento;</span></span></li>
<li class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Contribui para a integração de minorias étnicas;</span></span></li>
<li class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">É um factor de regeneração e renovação cívica através da dinamização de projectos locais. </span><a name="_ftnref3" href="http://museuempedacos.wordpress.com/wp-admin/#_ftn3"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:Arial;font-size:12pt;">[3]</span></span></span></span></a></span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">      Perante a limitada capacidade de atracção de que sofrem muitos dos museus regionais em Portugal, não poderá ser o Weald &amp; Downland Open Air Museum um exemplo de como uma aposta num programa de voluntariado pode trazer grandes benefícios não apenas para o museu, mas também para toda a comunidade envolvente?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"> </p>
<div id="ftn1">
<p class="MsoFootnoteText" style="margin:0;"><a name="_ftn1" href="http://museuempedacos.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:Arial;"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">[1]</span></span></span></span></span></a><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Arial;"> Estes números são de Março de 2007. </span><span style="font-family:Arial;" lang="FR">Vide: <a href="http://www.mlasoutheast.org.uk/assets/documents/10000A9EIB15Volunteers280307.pdf"><span style="color:#800080;">www.mlasoutheast.org.uk/assets/documents/10000A9EIB15Volunteers280307.pdf</span></a></span></span></p>
</div>
<div id="ftn2">
<p class="MsoFootnoteText" style="margin:0;"><a name="_ftn2" href="http://museuempedacos.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref2"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:Arial;"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:Arial;font-size:10pt;">[2]</span></span></span></span></span></a><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;"> Retirado de </span><a href="http://www.wealddown.co.uk/"><span style="color:#800080;font-size:x-small;">www.wealddown.co.uk</span></a><span style="font-size:x-small;"> em 21 de Dezembro de 2008. Tradução pelo autor deste artigo.</span></span></p>
</div>
<div id="ftn3">
<p class="MsoFootnoteText" style="margin:0;"><a name="_ftn3" href="http://museuempedacos.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref3"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:&quot;font-size:10pt;">[3]</span></span></span></span></a><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> Baseado em </span><span style="font-family:Arial;" lang="FR"><a href="http://www.mlasoutheast.org.uk/assets/documents/10000A9EIB15Volunteers280307.pdf"><span lang="PT"><span style="color:#800080;">www.mlasoutheast.org.uk/assets/documents/10000A9EIB15Volunteers280307.pdf</span></span></a></span></span></p>
</div>
<p> </p>
<p> </p>
<hr size="1" />
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/museuempedacos.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/museuempedacos.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/museuempedacos.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/museuempedacos.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/museuempedacos.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/museuempedacos.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/museuempedacos.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/museuempedacos.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/museuempedacos.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/museuempedacos.wordpress.com/87/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=87&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">olissiponensis</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2008/12/wdoam.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Weald &#38; Downland Open Air Museum</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2008/12/wdoam-kitchen1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Cozinha Tudor</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Museus de Arte e Comunicação: de Jacques Hainard a Rui Sanches</title>
		<link>http://museuempedacos.wordpress.com/2008/12/15/museus-de-arte-e-comunicacao-de-jacques-hainard-a-rui-sanches/</link>
		<comments>http://museuempedacos.wordpress.com/2008/12/15/museus-de-arte-e-comunicacao-de-jacques-hainard-a-rui-sanches/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 01:10:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>olissiponensis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Educativos]]></category>
		<category><![CDATA[Interpretação]]></category>
		<category><![CDATA[Públicos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://museuempedacos.wordpress.com/?p=75</guid>
		<description><![CDATA[ 

 


 “Não estou convencido que o papel principal dos museus seja o de comunicar.”
  



     Proferida por uma das mais respeitadas pessoas no quadro museológico nacional, esta afirmação revela a grande incerteza que ainda existe sobre a função dos museus na sociedade. O autor desta opinião referia-se aos museus de arte, afirmando que estes possuem especificidades muito [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=75&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><a href="http://www.fsgaleria.net4b.pt/sitept/exposicao/2008/2008noticia1.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-76" title="Rui Sanches - MNAA" src="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2008/12/rui-sanches.jpg?w=150&#038;h=224" alt="Rui Sanches - MNAA" width="150" height="224" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<div></div>
<p><span style="font-size:small;"></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><em><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></em><em><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">“Não estou convencido que o papel principal dos museus seja o de comunicar.”</span></em></span></span></p>
<p>  </p>
<p></span></p>
<div><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"></span></span></span></div>
<p><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:12pt;color:black;font-family:Arial;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;"></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">     Proferida por uma das mais respeitadas pessoas no quadro museológico nacional, esta afirmação revela a grande incerteza que ainda existe sobre a função dos museus na sociedade. O autor desta opinião referia-se aos museus de arte, afirmando que estes possuem especificidades muito próprias (entenda-se produção de conhecimento e fruição estética), não devendo portanto adoptar as mesmas metodologias de comunicação que os museus de ciência ou de história social. A informação em museus de arte (painéis de sala, tabelas desenvolvidas, etc) poderia desagradar, e consequentemente afastar, uma parte muito importante do público (o visitante erudito). <span id="more-75"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;"> </span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">      Este ponto de vista é assaz comum, mas importa aqui referir que também os museus de ciência têm como uma das suas principais funções a de produzir conhecimento e, a não ser que nos refiramos a questões relativas a capital cultural e a estatuto social, não vejo como uma tabela de cinco linhas pode incomodar o mais ilustre visitante. A fragilidade destes argumentos é portanto evidente pelo que continuarei a defender a aproximação dos museus a todas as tipologias de públicos, cabendo aos seus funcionários/técnicos esse trabalho de envolvimento das comunidades.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">      O que considero ser mais importante não é discutir se o papel dos museus é o de comunicar, pois esse parece-me um princípio indiscutível, mas sim que tipo de comunicação é que desejamos em museus de arte. Naturalmente que a interpretação de uma obra de arte ou o prazer da sua fruição estética são não são dados objectivos que possam ser comunicados da mesma forma que um princípio científico. A comunicação em museus não pode significar apenas transmissão de informação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">      Jacques Hainard, que recentemente passou por Lisboa para falar de património imaterial, já por diversas vezes defendeu publicamente a sua visão sobre a função dos museus. Ainda que referindo-se a museus de etnografia, o director suíço afirma que “os museus servem para levantar questões” e que as pessoas devem sair das exposições “com mais perguntas do que respostas”[1]. A subjectividade interpretativa impõe por isso que o museu suscite no visitante a sua própria interpretação e que não se limite a transmitir a sua visão como dado absoluto. Tal como Hainard defende, é fundamental que o visitante olhe para a obra e responda à questão: “O que é que isto me diz?”[2]</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">      Da exposição Museum criada por Rui Sanches para o Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA) [3] podem ser retiradas propostas para esse questionamento do visitante face à obra de arte. Do mesmo modo que Jacques Hainard colocou objectos do quotidiano da cultura ocidental a par de objectos da colecção do Museu de Etnografia de Neuchâtel para provocar o visitante e fazê-lo interrogar-se sobre os objectos mas também sobre si mesmo, também Rui Sanches colocou obras criadas por si ao lado de obras do MNAA para problematizar “ a relação que se estabelece entre vários tipos de objectos artísticos e, sobretudo, entre o olhar do espectador e esses objectos”[4].</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Arial;">      A comunicação em museus de arte pode por isso passar por outros media que não apenas os painéis de sala, as tabelas ou as visitas guiadas (ainda que estas desempenhem um papel essencial na contextualização da obra para o visitante menos entendido). A aplicação de museografias ousadas que coloquem as obras da colecção em diálogo e confronto, em detrimento do discurso cronológico que monopoliza a maioria dos museus de arte, permitirá certamente criar novas dinâmicas de interacção com o público, convidando-o a participar activamente ao lado do museu na interpretação da obra de arte.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p> </p>
<p></span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<div class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:left;margin:0;">
<hr size="1" /> </div>
<div class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Arial;">[1] Vide: Alexandra Prado Coelho, “Escolha o seu menu no Museu Canibal” in Público, José Manuel Fernandes, dir., Caderno P2, 4 de Dezembro de 2008, p. 4.</span></div>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Arial;">[2] Idem, ibidem, p. 5.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Arial;">[3] A exposição esteve aberta ao público no Museu Nacional de Arte Antiga entre 17 de Maio e 31 de Agosto de 2008.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Arial;">[4] Rui Sanches, Museum, retirado do sítio da Internet <a href="http://www.fsgaleria.net4b.pt/sitept/exposicao/2008/2008noticia1.html">www.fsgaleria.net4b.pt/sitept/exposicao/2008/2008noticia1.html</a> a 14 de Dezembro de 2008.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Arial;"> </span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/museuempedacos.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/museuempedacos.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/museuempedacos.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/museuempedacos.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/museuempedacos.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/museuempedacos.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/museuempedacos.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/museuempedacos.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/museuempedacos.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/museuempedacos.wordpress.com/75/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=75&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Rui Sanches - MNAA</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Objectos que importam &#8211; Resposta a comentários</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 19:02:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>olissiponensis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços Educativos]]></category>
		<category><![CDATA[Interpretação]]></category>
		<category><![CDATA[Motivações]]></category>
		<category><![CDATA[Públicos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 



      O texto que desenvolvi a propósito da importância da multiplicidade de interpretações dos objectos de forma a valorizá-los junto dos públicos suscitou alguns comentários muito oportunos que merecem da minha parte uma resposta.
 
      A função de aumentar os números de visitantes de um dado museu não pode efectivamente ser imposta a um só departamento, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=66&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<div></div>
<div><span style="font-family:Arial;"></span></div>
<p><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;">      O texto que desenvolvi a propósito da importância da multiplicidade de interpretações dos objectos de forma a valorizá-los junto dos públicos suscitou alguns comentários muito oportunos que merecem da minha parte uma resposta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;">      A função de aumentar os números de visitantes de um dado museu não pode efectivamente ser imposta a um só departamento, devendo ser antes um objectivo de toda a equipa do museu. Cabe portanto ao director estabelecer essa “política global” de atracção de públicos em que deve estimular os modos como cada elemento do pessoal pode contribuir (melhor acolhimento ao nível dos guardas, melhor informação, um marketing mais atractivo, etc.).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;">      O que defendo no meu texto é que os serviços educativos podem nesta matéria desempenhar um papel vital para captar o interesse dos visitantes simplesmente indo ao encontro das suas motivações. Ninguém vai voluntariamente a um museu sem motivos muito específicos, e como tal é necessário que o museu saiba como responder a essas necessidades para que o visitante sai satisfeito e com vontade de regressar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;">      Mas apesar de todos os serviços que o museu possa oferecer, os objectos devem estar sempre no centro da experiência do visitante. É efectivamente difícil que “o objecto só por si [seja] capaz de gerar visitação”, mas é precisamente por esta razão que os serviços educativos têm uma tão grande importância dentro de um museu. Eles devem disponibilizar em redor do objecto todo um conjunto de actividades que atraiam o visitante para que este estabeleça uma relação, ainda que indirecta, com o objecto. O objectivo principal deverá ser sempre torná-lo importante para o visitante: porque é valioso, porque é bonito, porque é uma “relíquia histórica”, porque é grande, porque é “nosso”, porque remete para memórias pessoais, porque é único. Se for possível estabelecer esta relação talvez possamos ver os índices de participação cívica nas questões relativas ao património aumentarem entre a população.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Arial;">      Talvez os serviços educativos não sejam “A COMPONENTE”, mas a sua actividade é absolutamente fundamental para a missão de qualquer museu. A sua responsabilidade não deve nunca ser limitada à simples transmissão de conhecimentos. Perante as dificuldades com que os educadores têm que lidar diariamente, talvez a resposta passe por criar um departamento semelhante aos “outreach departments” ingleses, de modo a estabelecer ligações com novos públicos. No entanto, em vez que multiplicar estruturas dentro da organização, penso que os serviços educativos podem fazer este trabalho desde que as suas estratégias deixem de se basear numa comunicação unilateral e passem a estabelecer um diálogo com o visitante.</span></span></span></p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/museuempedacos.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/museuempedacos.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/museuempedacos.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/museuempedacos.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/museuempedacos.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/museuempedacos.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/museuempedacos.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/museuempedacos.wordpress.com/66/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/museuempedacos.wordpress.com/66/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/museuempedacos.wordpress.com/66/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=66&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">olissiponensis</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Que texto?</title>
		<link>http://museuempedacos.wordpress.com/2008/11/20/que-texto/</link>
		<comments>http://museuempedacos.wordpress.com/2008/11/20/que-texto/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 23:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>olissiponensis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Case Study]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Educativos]]></category>
		<category><![CDATA[Texto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://museuempedacos.wordpress.com/?p=47</guid>
		<description><![CDATA[A quem se dirige o texto?

Qual o tamanho dos painéis de sala?

Que informações colocar nas legendas?

Que construção frásica e que vocabulário utilizar? 

 

Estas e outras questões devem ser respondidas antes de se iniciar a elaboração de textos para espaços museológicos. No entanto, é frequente encontrar legendas e painéis de sala escritos como se de livros se tratassem. Quais são então os cuidados a ter na redacção de texto para o espaço do museu?

<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=47&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<p><a href="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2008/11/text-visitor1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-49" src="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2008/11/text-visitor1.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<div></div>
<div><span style="font-family:Arial;"></span></div>
<div><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"></span></span></div>
<p><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;">A quem se dirige o texto?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;">Qual o tamanho dos painéis de sala?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;">Que informações colocar nas legendas?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;">Que construção frásica e que vocabulário utilizar? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<div></div>
<div><span style="font-family:Arial;"></span></div>
<div><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"></span></span></div>
<p><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;">       Estas e outras questões devem ser respondidas antes de se iniciar a elaboração de textos para espaços museológicos. No entanto, é frequente encontrar legendas e painéis de sala escritos como se de livros se tratassem. Quais são então os cuidados a ter na redacção de texto para o espaço do museu?<span id="more-47"></span></span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">       O exemplo de legenda que a seguir se mostra é paradigmático do que se deve e não deve fazer.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">       </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><a href="http://www.museu.gulbenkian.pt/serv_edu/cinquentaminutosmuseu/cinquentaminutosmuseu_03.asp"><img class="size-full wp-image-53 alignnone" src="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2008/11/texto-gulbenkian3.jpg?w=450&#038;h=475" alt="" width="450" height="475" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;margin:0;"> Fonte: <span style="font-family:Arial;font-size:12pt;"><span style="font-family:Arial;font-size:8pt;"><a href="http://www.museu.gulbenkian.pt/serv_edu/cinquentaminutosmuseu/cinquentaminutosmuseu_03.asp"><span style="color:#800080;">http://www.museu.gulbenkian.pt/serv_edu/cinquentaminutosmuseu/cinquentaminutosmuseu_03.asp</span></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Arial;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
</div>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-family:Arial;">1)</span></strong><span style="font-family:Arial;"><span>   </span>A divisão do texto em três parágrafos separados por espaços procura apelar à leitura. É bastante natural que o visitante se recuse a ler uma legenda quando se vê confrontado com um único e longo bloco de texto. A quantidade é por isso um factor determinante se se pretende que a legenda ou painel sejam lidos até ao fim. Nem o texto deve ser demasiado curto ao ponto de não fornecer informações suficientes para a compreensão do objecto, nem demasiado longo que possa afastar o visitante da leitura. Um texto demasiado longo acaba por ser um texto invisível.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span>      </span>O tamanho dos parágrafos e das frases deve também ser tido em conta. Não somente pela razão acima enunciada mas também porque frases longas, muitas vezes com várias orações subordinadas, exigem um nível de atenção que não é possível no espaço do museu. O acto de leitura de uma legenda não é idêntico ao do de um livro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-family:Arial;">2)</span></strong><span style="font-family:Arial;"><span>   </span>A apresentação do contexto da produção do objecto permite que o visitante estabeleça com este uma relação espacio-temporal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span>      </span>A frase, composta por 26 palavras, está no limite daquilo que é aconselhável para texto museológico, que deve ser de cerca de 25 <a name="_ednref1" href="http://museuempedacos.wordpress.com/wp-admin/#_edn1"><span class="MsoEndnoteReference"><span><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-family:Arial;font-size:12pt;">[1]</span></span></span></span></a>.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-family:Arial;">3)</span></strong><span style="font-family:Arial;"><span>   </span>O segundo parágrafo estabelece uma ligação entre o objecto e a cultura que o produziu, valorizando o parágrafo anterior e preparando a especificidade do parágrafo seguinte.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span>      </span>O ideal em texto museológico é a atribuição de apenas uma ideia para cada frase, pelo que a oração subordinada deste parágrafo poderia facilmente surgir como frase independente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-family:Arial;">4)</span></strong><span style="font-family:Arial;"><span>   </span>O terceiro parágrafo, dedicado na íntegra ao objecto, descreve em apenas duas frases o que é objecto, a sua função, os seus aspectos formais e a sua iconografia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-family:Arial;">5)</span></strong><span style="font-family:Arial;"><span>   </span>A utilização da voz activa é sempre preferível à da voz passiva, pois exige um menor esforço de leitura.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="font-family:Arial;">6)</span></strong><span style="font-family:Arial;"><span>   </span>Deve ser evitada a todo o custo a aplicação de conceitos técnicos. Expressões e palavras como “gama cromática”, “douradura”, “bojo”, “colo” e “brasão epigráfico” afastam o visitante por criar nele uma sensação de exclusão intelectual.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;">       Devo concluir com um outro factor determinante para a boa execução de um texto para espaço museológico: a legibilidade. Importa por isso identificar o público-alvo e ter em mente que, mesmo que uma determinada exposição seja dirigida a indivíduos adultos da classe média, o nível de legibilidade tem que ser acessível a uma pessoa de 12 anos. Não quer isto dizer que o texto seja escrito para um público juvenil, simplesmente que nesta faixa etária deve ser possível interpretar o texto apresentado (pensemos nos níveis de literacia da maioria da população adulta).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;">      Não será a altura dos conservadores dos nosso museus deixarem a tarefa de redacção das tabelas e dos painéis de sala a profissionais com outro tipo de formação?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;">      Não estarão os técnicos dos serviços educativos mais bem preparados para lidar com este assunto? </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;margin:0;"> </p>
<div>
<hr size="1" />
<div id="edn1">
<p class="MsoEndnoteText" style="margin:0;"><a name="_edn1" href="http://museuempedacos.wordpress.com/wp-admin/#_ednref1"><span class="MsoEndnoteReference"><span><span class="MsoEndnoteReference"><span style="font-family:&quot;font-size:10pt;">[1]</span></span></span></span></a><span lang="EN-GB"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Times New Roman;"> Vide: Laura Gascoigne, “Word Perfect” in <em>Museum Practise</em>, n.º 39, Outono 2007, pp. 58-60.</span></span></span></p>
</div>
</div>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></span></span></span></span><span style="font-family:Arial;"></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/museuempedacos.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/museuempedacos.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/museuempedacos.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/museuempedacos.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/museuempedacos.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/museuempedacos.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/museuempedacos.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/museuempedacos.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/museuempedacos.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/museuempedacos.wordpress.com/47/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=47&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">olissiponensis</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Case Study: Museu do Fado</title>
		<link>http://museuempedacos.wordpress.com/2008/11/13/case-study-museu-do-fado/</link>
		<comments>http://museuempedacos.wordpress.com/2008/11/13/case-study-museu-do-fado/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 23:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>olissiponensis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Case Study]]></category>
		<category><![CDATA[Regeneração Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Educativos]]></category>

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		<description><![CDATA[
“Pode então passar pelo bengaleiro para levantar o seu audioguia, por favor.”

 

Esta indicação, perfeitamente natural num museu londrino, surpreende o visitante nacional que entra no renovado Museu do Fado. Passados anos e anos a ouvir desculpas sobre a inviabilidade financeira de audioguias nos museus nacionais, eis que é um museu municipal o primeiro museu público da capital a disponibilizar este tipo de equipamento educativo aos seus visitantes. Este audioguia, que tem uma dupla função – faz o acompanhamento normal da visita e permite ouvir uma série de fados de intérpretes diferentes –, não é senão a primeira das surpresas da nova museografia deste museu lisboeta. 
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><a href="http://www.museudofado.egeac.pt/DesktopDefault.aspx"><img class="aligncenter size-medium wp-image-43" title="museu-fado1" src="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2008/11/museu-fado1.jpg?w=300&#038;h=209" alt="museu-fado1" width="300" height="209" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p> <span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><em><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">“Pode então passar pelo bengaleiro para levantar o seu audioguia, por favor.”</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Esta indicação, perfeitamente natural num museu londrino, surpreende o visitante nacional que entra no renovado Museu do Fado. Passados anos e anos a ouvir desculpas sobre a inviabilidade financeira de audioguias nos museus nacionais, eis que é um museu municipal o primeiro museu público da capital a disponibilizar este tipo de equipamento educativo aos seus visitantes. Este audioguia, que tem uma dupla função – faz o acompanhamento normal da visita e permite ouvir uma série de fados de intérpretes diferentes –, não é senão a primeira das surpresas da nova museografia deste museu lisboeta. <span id="more-40"></span>Seguem-se: </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Painéis de sala de tamanho adequado para a leitura em espaço museológico;</span></span></li>
<li class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Acessibilidade no vocabulário utilizado;</span></span></li>
<li class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Disponibilização de bancos nos locais onde é incentivada a deleitação dos objectos expostos;</span></span></li>
<li class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Oferta de informações especializadas em formato de consulta facultativa (nomeadamente através de um livro digital);</span></span></li>
<li class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Utilização diversificada de meios audiovisuais;</span></span></li>
<li class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Criação de um espaço próprio para ouvir gravações de fado (o que é um meio interessante de potenciar o usufruto da colecção de fonogramas históricos);</span></span></li>
<li class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Ambiente acolhedor criado por um design que privilegiou a suavidade do branco.</span></span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">A diversidade e a quantidade dos recursos disponibilizados possibilitam múltiplos percursos de visita. Ao visitante é dada a oportunidade de seleccionar o que deseja ouvir e com que nível de informação, o que, a meu ver, estimula o seu interesse e fomenta o seu desejo de regressar ao museu.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;">Para além disto, a oferta de serviços suplementares, tais como a cafetaria com esplanada, a loja especializada, a escola de guitarra portuguesa ou o auditório, tornam este museu num pólo de regeneração da área envolvente. Se por um lado funciona como foco de atracção turística, potenciando a dinamização de actividades comerciais paralelas, por outro articula-se com o bairro de Alfama acentuando-lhe a sua ligação identitária à canção lisboeta. Não poderá o Museu do Fado ser, acima de tudo, um espaço de congregação social e valorização do indivíduo na comunidade tal como acontece com outro tipo de organizações de associativismo local?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"> </p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/museuempedacos.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/museuempedacos.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/museuempedacos.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/museuempedacos.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/museuempedacos.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/museuempedacos.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/museuempedacos.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/museuempedacos.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/museuempedacos.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/museuempedacos.wordpress.com/40/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=40&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">olissiponensis</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">museu-fado1</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Interpretações</title>
		<link>http://museuempedacos.wordpress.com/2008/11/11/interpretacoes/</link>
		<comments>http://museuempedacos.wordpress.com/2008/11/11/interpretacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 00:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>olissiponensis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços Educativos]]></category>
		<category><![CDATA[Interpretação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://museuempedacos.wordpress.com/?p=8</guid>
		<description><![CDATA[Duas interpretações sobre a mesma obra.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=museuempedacos.wordpress.com&blog=5468005&post=8&subd=museuempedacos&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2008/11/salvador-dali-cristo-de-sao-joao-da-cruz.jpg"><img class="size-medium wp-image-9" title="SalvadorDali, Cristo de São João da Cruz" src="http://museuempedacos.files.wordpress.com/2008/11/salvador-dali-cristo-de-sao-joao-da-cruz.jpg?w=166&#038;h=300" alt="SalvadorDali, Cristo de São João da Cruz" width="166" height="300" /></a></dt>
</dl>
</div>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;margin:0;" align="center"><span style="line-height:150%;font-family:Arial;font-size:9pt;">Cristo de São João da Cruz</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;margin:0;" align="center"><span style="line-height:150%;font-family:Arial;font-size:9pt;" lang="EN-GB">Salvador</span><span style="line-height:150%;font-family:Arial;font-size:9pt;" lang="EN-GB"> Dali</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;margin:0;" align="center"><span style="line-height:150%;font-family:Arial;font-size:9pt;" lang="EN-GB">1951, 205&#215;116cm</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;margin:0;" align="center"><span style="line-height:150%;font-family:Arial;font-size:9pt;" lang="EN-GB">Kelvingrove</span><span style="line-height:150%;font-family:Arial;font-size:9pt;" lang="EN-GB"> Art Gallery and Museum, Glasgow</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="line-height:150%;font-family:Arial;font-size:9pt;" lang="EN-GB"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="line-height:150%;font-family:Arial;font-size:9pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-family:Arial;" lang="EN-GB">Kelvingrove</span></span></strong><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-family:Arial;" lang="EN-GB"> Art Gallery</span></span></strong><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-family:Arial;" lang="EN-GB"> and Museum:</span></span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><em><span style="font-family:Arial;color:black;" lang="EN-GB"><span style="font-size:small;">The striking angle of the crucified Christ on the Cross, the eerie contrast of light and dark, and the magical and effortless surface effects all make an unforgettable impression on the viewer.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><em><span style="font-family:Arial;color:black;" lang="EN-GB"><span style="font-size:small;">The strange title refers to Dali&#8217;s principal inspiration for the painting &#8211; a pen and ink drawing made by the Spanish Carmelite friar who was canonised as St John of The Cross (1542–1591). The drawing intrigued Dali when he saw it preserved in the Convent at Avila, as it was made after the Saint had a vision in which he saw the Crucifixion as from above, looking down.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><em><span style="font-family:Arial;color:black;" lang="EN-GB"><span style="font-size:small;">Dali proceeded to paint the Crucifixion set above the rocky harbour of his home village of Port Lligat in Spain, with the enigmatic addition of boats and figures copied from pictures by Velazquez and Le Nain.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;" lang="EN-GB"><span style="font-size:small;">(in </span><a href="http://www.glasgowmuseums.com/venue/page.cfm?venueid=4&amp;itemid=68"><span style="color:#800080;font-size:small;">http://www.glasgowmuseums.com/venue/page.cfm?venueid=4&amp;itemid=68</span></a><span style="font-size:small;">)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;" lang="EN-GB"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;">Visitante <em>α</em>:</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><em><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;">Derrota. Isto é o que sentiram os apóstolos quando viram o seu Messias pregado na Cruz. Tudo aquilo em que sempre acreditaram parecia ter terminado abruptamente naquele momento. Afinal, simplesmente não conseguiam compreender ainda o significado do que se passara. Talvez esta obra, que nos mostra de forma evidente a humildade e entrega de Cristo, tenha sido feita para que pudéssemos reflectir sobre o significado da Paixão na perspectiva dos Apóstolos que viveram o acontecimento, sem o compreender imediatamente.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><em><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;">Na parte inferior vemos os pescadores e isso faz-me pensar na proposta que Cristo fez a Pedro e André &#8221; Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens.&#8221;<span>  </span>(Mateus 4:19 ) Talvez seja essa a nossa missão também: fazer tudo pela salvação dos homens.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;">Ao passo que o museu interpretou a obra a partir do contexto da sua realização, destacando as influências que o seu autor recebeu bem como alguns elementos plásticos, o visitante <em>α</em> fez a interpretação da obra a partir da sua própria experiência e dos conhecimentos que detinha antes de ser confrontado com o quadro.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;">Será que uma destas interpretações está mais correcta do que a outra?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span>Em que medida a interpretação do museu pode ser relevante para o visitante α ?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;">Que conclusões pode o museu tirar da interpretação do visitante α ?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;margin:0;"><span style="font-family:Arial;color:black;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
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			<media:title type="html">olissiponensis</media:title>
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			<media:title type="html">SalvadorDali, Cristo de São João da Cruz</media:title>
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